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LIVROS

Atualizado em 23/02/18 20:57.

2017

Livro - Discursividades contemporâneas

FERNANDES JUNIOR, Antonio; STAFUZZA, Grenissa Bonvino (Orgs.). Discursividades contemporâneas: política, corpo, diálogo. 1. ed. São Paulo: Mercado de Letras, 2017.

 

O estudo das discursividades contemporâneas requer uma conversão do olhar do analista, um esforço para desnudar os processos ideológicos e/ou das relações de poder inscritos nos discursos, que não são transparentes e nem estão totalmente à disposição do estudioso. Em muitos casos, determinados discursos podem estar tão encarnados no social que sua identificação não se apreende facilmente. Portanto, esse gesto analítico impõe ao pesquisador um trabalho constante de tentar apreender os discursos e analisá-los na sua configuração histórica, na racionalidade em que foram gestados, assinalando as conexões e diálogos produzidos com outros discursos. Para esse empreendimento analítico, o analista deve estar atento ao fato de que a emergência de um dado objeto de discurso, independente da materialidade que o constitui, verbal ou imagética, não se separa das molduras formais (discursos, enunciados, práticas discursivas, leis etc.) que os constituem, que os colocam em circulação e modo como chegam até nós.

 

2016

Livro - Nunes  

NUNES, Gisele da Paz. Alfabetização pela cartilha: implicações didáticas. Goiânia: Gráfica UFG, 2016. 127 p.

 

Este livro é o resultado da análise de seis cartilhas tradicionais usadas por professores de escolas públicas de Catalão (GO). Com base na Linguística, a autora discute muitos problemas que os alfabetizadores enfrentam no cotidiano em sala de aula e critica as cartilhas por estes dois motivos: oferecem um ensino padronizado a todas as crianças, como se elas fossem iguais, e se propõem a desenvolver apenas o letramento. Assim, a partir de referencial teórico consistente, apresenta uma ampla pesquisa sobre aspectos históricos da alfabetização e discorre sobre suas diferentes concepções; estabelece uma comparação entre o sistema de sílabas, por meio de palavras-chave, nas cartilhas, e a aquisição da fala e entre alfabetização e letramento. Depois de feita uma análise minuciosa a respeito da conceituação da unidade “sílaba”, a autora conclui que, apesar de a língua portuguesa não ter escrita silábica, a noção de sílaba é percebida rapidamente pelas crianças durante a alfabetização, razão pela qual todas as cartilhas pesquisadas trabalham as sílabas e 50% de suas atividades se dedicam a ensinar a família silábica.

 

2014

Livro - Dispositivos de poder

FERNANDES JÚNIOR, Antônio; SOUSA, Kátia Menezes de (Orgs.). Dispositivos de poder em Foucault: práticas e discursos da atualidade. Goiânia: Gráfica da UFG, 2014.

 

 

 

 

 

2013

 

Livro - Círculo de Bakhtin 2013

STAFUZZA, Grenissa Bonvino; PAULA, Luciane de (Org.) . Círculo de Bakhtin: pensamento interacional. Série Bakhtin Inclassificável. 1. ed. Campinas: Mercado de Letras, 2013. 290 p.

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

2011

Livro - Círculo de Bakhtin 2011

STAFUZZA, Grenissa; PAULA, Luciane (Orgs.). Círculo de Bakhtin: diálogos impossíveis. 1. ed. Campinas: Mercado de Letras, 2011.

 

Organizada e coordenada por Luciane de Paula e Grenissa Stafuzza a Série Bakhtin – Inclassificável é uma coleção aberta, como a obra de Bakhtin. Trata-se de uma série constituída por diversos pensadores, do Brasil e do mundo. Seus estudos versam sobre a filosofia da linguagem do Círculo de Bakhtin. A finalidade maior é refletir, de maneira coletiva, sobre alguns pontos essenciais dos estudos bakhtinianos, tais como sujeito, cronotopia, dialogismo, gêneros, exotopia, translinguística, plurilinguismo, ideologia, entre outros. Mas, acima de tudo, a proposta é tratar a mobilidade das concepções estudadas e desenvolvidas pelo Círculo e seus diálogos com outras teorias, como o estruturalismo, o marxismo, a semiologia, a semiótica, entre outras; e ainda com diversos campos do conhecimento, tais como a linguística, a sociologia, a psicologia, a educação e a filosofia. Em outras palavras, a Série pretende não classificar os estudos bakhtinianos num dado paradigma. A Coleção se volta para estudiosos da linguagem em geral e para aqueles interessados especificamente nos estudos bakhtinianos. Refletir e propiciar outras reflexões sobre essas e outras questões permeadas pela dialogia é o convite feito por esta coletânea. Por isso, seus livros e capítulos dialogam, numa relação que forma, trans-forma, re-forma, des-en-forma a cultura e a sociedade por meio de nossos nós.

 Livro - Análise do discurso literário  

STAFUZZA, Grenissa. Análise do discurso literário: das vozes de Homero em Joyce. 1. ed. Curtiba: Appris, 2011.

 

O discurso é tomado como lugar de enfrentamento social, de acontecimento histórico enquanto devir, de lutas e combates ideológicos, exclusão e adesão a um “pode e deve ser dito”. O discurso se constitui de dizeres selecionados e ilusoriamente controlados pelo sujeito, pois em seu jogo de dispersão a lógica da adesão a determinadas formações discursivas pode ser desarticulada, talvez pelo sujeito questionar as suas próprias verdades, talvez pela linguagem (des)governá-lo. A obra literária, por sua vez, não pode ser vista como unidade imediata, certa, homogênea, uma vez que a dispersão dos sentidos no discurso literário permite aos seus dizeres apresentarem-se repetidos, sabidos, esquecidos, transformados, apagados, ocultados. Sob essa perspectiva, não se trata de examinar um corpus como se tivesse sido produzido por certo sujeito, mas de considerar sua enunciação como o correspondente de uma dada posição sócio-histórica na qual os enunciadores revelam-se substituíveis. Estabelecemos, portanto, uma análise discursiva das vozes de Homero (Odisséia) em James Joyce (Ulisses), considerando as noções de interdiscurso e heterotropia como regularidades de caráter polifônico, uma vez que a condição primeira de tais processos encontra-se em utilizar a voz do outro para enunciar algo, seja um dito já posto, seja um dito (re)significado. Por outro lado, consideramos que para haver heterotropia é condição preliminar a interdiscursividade, pois, como tomar a palavra do outro para deslocar os sentidos atribuídos sem dialogar com o discurso primeiro? Entendemos que os dizeres de Joyce dialogam com outras vozes, entre as quais estão as de Homero que, em alguns momentos, estão em contínuo deslocamento, sempre alterando o sentido do dito e se impregnando de sentidos outros. Nessa acepção, a interdiscursividade e a heterotropização resultam em acontecimentos polifônicos, quando se fazem ouvir, no discurso joyciano, diferentes vozes, articuladas em sentidos referenciais e, por vezes, antagônicos.

 

Livro - Slovo

STAFUZZA, Grenissa (Org.). SLOVO - O Círculo de Bakhtin no contexto dos estudos discursivos. 1. ed. Curitiba: Appris, 2011.

 

A coletânea SLOVO – O Círculo de Bakhtin no contexto dos estudos discursivos encontra-se no entremeio de palavra e discurso, assim como sugere seu título, SLOVO. A obra reúne pesquisas e diálogos de professores pesquisadores brasileiros e italianos que refletem sobre os escritos de Bakhtin e do Círculo no contexto dos estudos discursivos, seja pelos pressupostos da Análise do Discurso francesa (Pêcheux e Foucault), seja pelos fundamentos da Análise Dialógica do Discurso (Círculo de Bakhtin).  Entre tantas palavras configuradas na obra do Círculo, elegemos para o desenvolvimento dessa coletânea algumas, refiguradas, sobretudo, por serem palavras do discurso: a palavra do outro, com Susan Petrilli; a palavra na arte e a palavra literária, com Marco Antonio Villarta-Neder; a palavra do inacabamento, com Maria de Fátima F. Guilherme de Castro; a palavra autoral, com Luciane de Paula, Marina Haber de Figueiredo e Sandra Leila de Paula; a palavra viva, com João Bôsco Cabral dos Santos; a palavra bivocal, com Grenissa Stafuzza; a palavra na vida, com Augusto Ponzio. Assim, é conjugando palavra e discurso, no percurso das palavras do discurso, que essa coletânea ressoa.  Ao contemplarmos algumas palavras do discurso nos artigos aqui reunidos, desejamos aos interlocutores de SLOVO – O Círculo de Bakhtin no contexto dos estudos discursivos uma escuta responsiva-responsável, onde o pensamento de Bakhtin e do Círculo possa fazer sentido tanto em seus lugares, como no contexto dos estudos discursivos.

 

2010

Livro - Círculo de Bakhtin 2012

STAFUZZA, Grenissa; PAULA, Luciane (Orgs.). Círculo de Bakhtin: teoria inclassificável. 1. ed. Campinas: Mercado de Letras, 2010.

 

A Série Bakhtin – Inclassificável é uma coleção aberta, como a obra de Bakhtin. Trata-se de uma série constituída por diversos pensadores, do Brasil e do mundo. Seus estudos versam sobre a filosofia da linguagem do Círculo de Bakhtin. A finalidade maior é refletir, de maneira coletiva, sobre alguns pontos essenciais dos estudos bakhtinianos, tais como sujeito, cronotopia, dialogismo, gêneros, exotopia, translinguística, plurilinguismo, ideologia, entre outros. Mas, acima de tudo, a proposta é tratar a mobilidade das concepções estudadas e desenvolvidas pelo Círculo e seus diálogos com outras teorias, como o estruturalismo, o marxismo, a semiologia, a semiótica, entre outras; e ainda com diversos campos do conhecimento, tais como a linguística, a sociologia, a psicologia, a educação e a filosofia. Em outras palavras, a Série pretende não classificar os estudos bakhtinianos num dado paradigma. A Coleção se volta para estudiosos da linguagem em geral e para aqueles interessados especificamente nos estudos bakhtinianos. Refletir e propiciar outras reflexões sobre essas e outras questões permeadas pela dialogia é o convite feito por esta coletânea. Por isso, seus livros e capítulos dialogam, numa relação que forma, trans-forma, re-forma, des-en-forma a cultura e a sociedade por meio de nossos nós.

 Livro - Da Análise do discurso...  

STAFUZZA, Grenissa; PAULA, Luciane (Orgs.). Da análise do discurso no Brasil à Análise do Discurso do Brasil: três épocas histórico-analíticas. 1. ed. Uberlândia: EDUFU, 2010.

 

Esta coletânea traz reflexões sobre a produção teórica da Análise do Discurso no Brasil, o que implica, hoje, na constituição de uma Análise do Discurso do Brasil. Por isso, trabalha com a revisão bibliográfica existente na área, a fim de repensar o quadro da AD de origem francesa produzida no país, ensinada e pesquisada, principalmente, por instituições universitárias brasileiras, a fim de compreender o quadro teórico da AD por meio de sua produção. O livro trata desse arcabouço teórico-analítico construído ao longo da história, no caso específico do Brasil.

 

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